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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

A Elegância do Comportamento


Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.



É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.


É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a garçons, frentistas, por exemplo
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.

Oferecer flores é sempre elegante.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer... porém, é elegante reconhecer o esforço, a amizade e as qualidades dos outros.



É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição...

Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
É elegante a gentileza.
Atitudes gentis falam mais que mil imagens...
Abrir a porta para alguém é muito elegante...
Dar o lugar para alguém sentar...é muito elegante...



Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma...
Oferecer ajuda...é muito elegante...
Olhar nos olhos, ao conversar é essencialmente elegante...
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social
Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão desfrutá-la.
Educação enferruja por falta de uso




Adaptação de texto extraído do Livro: “Educação enferruja por falta de uso” do pintor francês, Henri Toulouse Lautrec (1864-1901).

Imagens: www.google.com



UM EXCELENTE DOMINGO A TODOS

quinta-feira, 15 de março de 2012

Até que o sonho se torne realidade é preciso percorrer um longo caminho…

Foto reprodução

Relata-se que a semente do bambu chinês só começa a germinar após cinco anos de seu plantio. Durante esse tempo, apenas a raiz se desenvolve, formando uma maciça estrutura que se estende vertical e horizontalmente pela terra. Só a partir de então a planta começa a desabrochar e a se desenvolver, podendo atingir cerca de 25 metros de altura. Muitas coisas na vida acontecem exatamente como a semente do bambu. Não se alcança um objetivo, por exemplo, da noite para o dia. Até que o sonho se torne realidade é preciso percorrer um longo caminho, enfrentar etapas e superar alguns obstáculos. É necessário lutar, investir tempo e esforço. Porém, como diz o ditado, devagar se vai ao longe. Se você tiver perseverança e, principalmente, calma, quando menos esperar alcançará a reta de chegada. Portanto, não tenha pressa e caminhe a passos firmes, pois na vida tudo tem sua hora própria. Dê tempo ao tempo e verá que tudo, tudo mesmo, se arranja e se concretiza. Como o bambu, precisamos ter muita fibra para chegar às alturas e muita flexibilidade para se curvar ao chão

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Você sabe o que é superação?

Abaixo você verá algumas fotos impactantes de um cachorro que tem sido usado como uma grande exemplo de superação e você entenderá o porquê.


Não há informações exatas sobre este cachorro, como de onde ele é ou o seu nome. O que se sabe é que este cachorro nasceu sem os membros dianteiros e a partir daí adaptou-se a andar apenas com os membros traseiros ficando em pé!

Seu dono, usou-o (e usa-o) como uma ferramenta de motivação levando-o a instituições de reabilitação, centros de recuperação, hospitais e até mesmo empresas. O cãozinho tem estado em meio a empresários dando sua lição de vida e superação. Carismático e sempre alegre, o cãozinho contagia a todos os que o vêem, ganha carinhos, abraços, afagos, tira fotos e passa a ser um instrumento inspirador. Muito brincalhão, adora estar com as crianças, que em sua maioria o adoram.

Este cãozinho, nunca mudou sua forma de receber seu dono e as pessoas. Nunca demonstrou insatisfação com a sua vida. Vê inúmeros cachorros "normais" mas nem por isso mudou seu temperamento. Do jeito que é cativa as pessoas pelo que é. Manteve sua essência de cachorro: receptivo, alegre, brincalhão e amigo.

Muitas vezes um pequeno empecilho ou barreira em nossas vidas é o suficiente para alterarmos nosso humor... Mas este cãozinho tem mostrado que a superação é algo que depende só de nós. E o mais importante: ESTE CÃO SE SUPEROU AJUDANDO OUTROS A SE SUPERAREM!!!

Quando dizemos que Deus usa quem ou o que Ele quiser para se tornar um instrumento Dele, é neste exemplo que quero lhe mostrar. Se você acha que o que está passando é o suficiente para frear seu trajeto, lembre-se de que você é tão especial quanto esse cãozinho que com suas limitações, está fazendo a parte dele. Acredite no seu potencial. Acredite em você, POIS EU ACREDITO!!












Superação é poder fazer acontecer com as ferramentas que temos em mãos.

Superação é trabalhar da melhor forma possível, independentemente do que pensem ou falem.Superação é irmos além do que os outros acham que somos capazes.Superação é saltar tão alto que ultrapasse a barreira da estima machucada, da confiança perdida, do relacionamento quebrado... Supere-se!!


Aposte em você mesmo, e você fará o dia de hoje muito melhor do que o de ontem. Só depende de você.!

SUPERE-SE!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Tem sempre alguém torcendo por você!


Quero dividir com você um texto belíssimo de Carlos Drummond de Andrade, falando sobre  torcida, mas nada a ver com futebol ou qualquer outro tipo de esporte. Falo da torcida vinda do coração de pessoas que passam a vida torcendo  pela gente. Espero que goste:

“Mesmo antes de nascer, já tinha alguém torcendo por você.
Tinha gente que torcia para você ser menino.
Outros torciam para você ser menina.
Torciam para você puxar a beleza da mãe, o bom humor do pai.
Estavam torcendo para você nascer perfeito.
Daí continuaram torcendo.
Torceram pelo seu primeiro sorriso, pela primeira palavra , pelo primeiro passo.
O seu primeiro dia de escola foi a maior torcida.
E de tanto torcerem por você, você aprendeu a torcer.
Começou a torcer para ganhar muitos presentes e flagrar Papai Noel.
Torcia o nariz para o quiabo e a escarola.
Mas torcia por hambúrguer e refrigerante.
Começou a torcer até para um time.
Provavelmente, nesse dia, você descobriu que tem gente que torce diferente de você.
Seus pais torciam para você comer de boca fechada, tomar banho, escovar os dentes, estudar inglês e piano.
Eles só estavam torcendo para você ser uma pessoa bacana.
Seus amigos torciam para você usar brinco, cabular aula, falar palavrão.
Eles também estavam torcendo para você ser bacana.
Nessas horas, você só torcia para não ter nascido.
E por não saber pelo que você torcia, torcia torcido.
Torceu para seus irmãos se ferrarem, torceu para o mundo explodir.
E quando os hormônios começaram a torcer, torceu pelo primeiro beijo, pelo primeiro amasso.
Depois começou a torcer pela sua liberdade.
Torcia para viajar com a turma, ficar até tarde na rua.
Sua mãe só torcia para você chegar vivo em casa.
Passou a torcer o nariz para as roupas da sua irmã, para as ideias dos professores e para qualquer opinião dos seus pais.
Todo mundo queria era torcer o seu pescoço.
Foi quando até você começou a torcer pelo seu futuro. Torceu para ser médico, músico, advogado.
Na dúvida, torceu para ser físico nuclear ou jogador de futebol.
Seus pais torciam para passar logo essa fase.
No dia do vestibular, uma grande torcida se formou. Pais, avós, vizinhos, namoradas e todos os santos torceram por você.
Na faculdade, então, era torcida pra todo lado. Para a direita, esquerda, contra a corrupção, a fome na Albânia e o preço da coxinha na cantina.
E, de torcida em torcida, um dia teve um torcicolo de tanto olhar para ela.
Primeiro, torceu para ela não ter outro.
Torceu para ela não te achar muito baixo, muito alto, muito gordo, muito magro.
Descobriu que ela torcia igual a você.
E de repente vocês estavam torcendo para não acordar desse sonho.
Torceram para ganhar a geladeira, o micro-ondas e a grana para a viagem de lua-de-mel.
E daí pra frente você entendeu que a vida é uma grande torcida.
Porque, mesmo antes do seu filho nascer, já tinha muita gente torcendo por ele.
Mesmo com toda essa torcida, pode ser que você ainda não tenha conquistado algumas coisas.
Mas muita gente ainda torce por você!
Se procurar bem você acaba encontrando.
Não a explicação (duvidosa), mas a poesia (inexplicável) da vida.”


Carlos Drummond de Andrade

domingo, 29 de maio de 2011

Perder faz parte do jogo


Todos querem ganhar. Mas, em alguns momentos, queira ou não, a gente acaba perdendo. E, então, vem a revolta. Que atire a primeira pedra quem sempre consegue “perder com elegância”. Depois, vem a cobrança pelo fracasso. E, nessa hora, não adianta ninguém dizer que o importante é competir. Porque competir é ótimo, mas, pense, quem se prepara para uma competição e treina até não poder mais, não tem como não ficar frustrado quando perde. O que precisamos saber é que as vitórias são passageiras e ninguém ganha sempre. Por isso, não há motivo para se sentir diminuída quando algo não der certo. As derrotas servem para você corrigir possíveis falhas e se fortalecer, para tentar novamente. Vale mesmo é o aprendizado, não o resultado, afinal a vida nada mais é que um delicioso jogo de perdas e ganhos.

Então, jogue a tristeza fora e use a energia da frustração para seguir em frente com confiança. Quem não perde não conhece o sabor da superação!

sexta-feira, 11 de março de 2011

A honestidade não tem preço




Se vocês não forem honestos nas coisas pequenas, não serão nas grandes. Se vocês enganam um pouquinho só, não serão honestos nas responsabilidades maiores. Lucas 16:10, BV





A história é comovente. Fala de uma honestidade a toda prova, e é contada por Vladimir Petrov, jovem prisioneiro de um campo de concentração no nordeste da Sibéria: Vladimir tinha um companheiro de prisão chamado Andrey.

Ambos sabiam que daquele lugar poucos saíam com vida, pois o alimento que se dava aos prisioneiros políticos não tinham por objetivo mantê-los vivos por muito tempo. A taxa de mortalidade era extremamente alta, graças ao regime de fome e aos trabalhos forçados. E como é natural, os prisioneiros, em sua maioria, roubavam tudo quanto lhes caía nas mãos. Vladimir tinha, numa pequena caixa, alguns biscoitos, um pouco de manteiga e açúcar – coisas que sua mãe lhe havia mandado clandestinamente, de quase três mil quilômetros de distância. Guardava aqueles alimentos para quando a fome se tornasse insuportável. E como a caixa não tinha chave, ele a levava sempre consigo.

Certo dia, Vladimir foi despachado para um trabalho temporário em outro campo. E porque não sabia o que fazer com a caixa, Andrey lhe disse: – Deixe-a comigo, que eu a guardo. Pode estar certo de que ficará a salvo comigo. No dia seguinte da sua partida, uma tempestade de neve que durou três dias tornou intransitáveis todos os caminhos, impossibilitando o transporte de provisões. Vladimir sabia que no campo de concentração em que ficara Andrey, as coisas deviam andar muito mal. Só dez dias depois os caminhos foram reabertos e Vladimir retornou ao campo. Chegou à noite, quando todos já haviam voltado do trabalho, mas não viu Andrey entre os demais. Dirigiu-se ao capataz e lhe perguntou: – Onde está Andrey?

- Enterrado numa cova enorme junto com outros tantos prisioneiros – respondeu ele. Mas antes de morrer pediu-me que guardasse isto para você. Vladimir sentiu um forte aperto no coração: – Nem minha manteiga nem os biscoitos puderam salvá-lo, pensou. Abriu a caixa e, dentro dela, ao lado dos alimentos intactos, encontrou um bilhete dizendo:

“Prezado Vladimir. Escrevo enquanto ainda posso mexer a mão. Não sei se viverei até você voltar, porque estou horrivelmente debilitado. Se eu morrer, avise a minha mulher e meus filhos. Você sabe o endereço. Deixo as suas coisas com o capataz. Espero que as receba intactas. Andrey” Ser honesto é dever que cabe a toda criatura que tem por meta a felicidade. E a fidelidade é uma das virtudes que liberta o ser e o eleva na direção da luz. Uma amizade sólida e duradoura só se constrói com fidelidade e honestidade recíprocas. Somente as pessoas honestas e fiéis possuem a grandeza d’alma dos que já se contam entre os espíritos verdadeiramente livres.



Maktub

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Como resolver os problemas da vida

Outro dia vi uma reportagem sobre um surfista biamputado, para aqueles que ficaram na duvida sobre a palavra ela significa sem as duas pernas... Isso me fez lembrar duas coisas e pensar que na vida nós não temos problemas, apenas vemos eles grandes demais.




Mas voltando ao assunto das coisas que lembrei, uma delas foi uma entrevista de um grande empresário contando que quando era jovem vivia de esmolas, pedindo comida nas ruas, até que um dia em um bar em vez de lhe dar algo para comer o dono foi curto e grosso dizendo vai trabalhar vagabundo e falou mais umas coisas. Então a partir daquilo ele chegou a conclusão que em vez de pedir tentaria ganhar o próprio dinheiro. E assim começou a melhorar de vida e ainda hoje é grato a esse homem que ele nem sabe quem é.








Outra coisa foram algumas imagens que já circularam bastante na internet do cachorro sem as patas dianteiras que aprendeu andar em pé somente nas patas traseiras, olhe mais uma vez a imagem e responda sinceramente para você mesmo, você tem problemas grandes ou precisa ter mais força de vontade e ir a luta?

AO AMANHECER




"Dia novo,oportunidade renovada.



Cada amanhecer representa divina concessão,que não podes nem deves desconsiderar.



Mantém,portanto atitude positiva em relação aos acontecimentos que devem ser enfrentados;otimismo diante das ocorrências que surgirão coragem nos confrontos das lutas naturais;recomeço de tarefa interrompida;ocasião de realizar o programa planejado.



Cada amanhecer é convite sereno à conquista de valores que parecem inalcançáveis.



À medida que o dia avança,aproveita os minutos,sem pressa nem postergação do dever.



Não te aflijas ante o volume de coisas e problemas que tens pela frente.



Dirige cada ação à finalidade específica.



Após concluir um serviço, inicia outro e, sem mágoa dos acontecimentos desagradáveis,volve à liça com disposição,avançando passo a passo até o momento de conclusão dos deveres planejados.



Não tragas do dia precedente o resumo das desditas e dos aborrecimentos.



Amanhecendo,começa o teu dia com alegria renovada e sem passado negativo,enriquecido pelas experiências que te constituirão recurso valioso para a vitória que buscas."







Joanna de Ângelis







Psicografia de Divaldo Pereira Franco







Livro:"Episódios Diários"

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Grandes lições de dona Cacilda, uma senhora de 92 anos, cheia de vida!


Dona Cacilda é uma senhora de 92 anos, miúda e tão elegante que todo dia às 8 horas da manhã já está toda vestida, bem penteada e discretamente maquiada, apesar de sua pouca visão. E hoje ela se mudou para uma casa de repouso: o marido, com quem ela viveu 70 anos, morreu recentemente, e não havia outra solução.

Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em direção ao elevador, deu uma descrição do seu minúsculo quartinho, inclusive das cortinas floridas que enfeitavam a janela.E ela falava com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho: “Ah, eu adoro essas cortinas…”. Mas, dona Cacilda, disse a atendente, a senhora ainda nem viu seu quarto. Espera um pouco…”. !Isto não tem nada a ver, ela respondeu, felicidade é algo que você decide por princípio. Se eu vou gostar ou não do meu quarto, não depende de como a mobília vai estar arrumada. Vai depender de como eu preparo minha expectativa. E eu já decidi que vou adorar. É uma decisão que tomo todo dia quando acordo. Sabe, eu posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.” A atendente então disse: “Simples assim?” Dona Cacilde rebateu:

” Nem tanto. Iso é para quem tem autocontrole e exigiu de mim um certo ‘treino’ pelos anos afora, mas é bom saber que ainda posso dirigir meus pensamentos e escolher os sentimentos.”

Calmamente ela continuou: “Cada dia é um presente e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar o novo dia, mas também as lembranças alegres que eu guardei para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária: você só retira aquilo que guardou. Então, meu conselho para você é depositar um monte de alegrias e felicidades na sua Conta de Lembranças. E, aliás, obrigada por este seu depósito no meu Banco de Lembranças. Como você vê, eu ainda continuo depositando e acredito que, por mais complexa que seja a vida, sábio é quem a simplifica.”

Depois ela pediu para a atendente anotar:



COMO MANTER-SE JOVEM

1. Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade,o peso e a altura. Deixe que os médicos se preocupem com isso.

2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo.

3. Aprenda sempre: aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso. ‘Uma mente preguiçosa é oficina do alemão. E o nome do Alemão é Alzheimer!

4. Aprecie mais as pequenas coisas.

5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar. E, se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele ou ela!

6. Quando as lágrimas aparecerem, aguente, sofra e ultrapasse. A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós mesmos. Viva enquanto estiver vivo.

7. Rodeie-se das coisas que ama, quer seja a família, animais, plantas, hobbies…

8. Tome cuidado com a sua saúde: se é boa, mantenha-a. Se é instável, melhore-a. Se não consegue melhorá-la , procure ajuda.

9. Não faça viagens de culpa. Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente, mas NÃO para onde haja culpa.

10. Diga às pessoas o quanto as ama.



Texto enviado pela leitora Lucimar de Souza


Fonte - http://mdemulher.abril.com.br/blogs/karlinha/

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Um Conto De Natal


Um Conto de Natal

A mulher ia, estrada a fora, no carrão importado. Asfalto novinho e pretinho. Chovia. De repente o estouro e o desequilíbrio do carro que sai catando cascalho da beira do barranco. Bate aqui, bate ali, até que pára, depois de entrar por uma estrada esburacada, de chão.



Depois do susto, a mulher chora. Nervosa e trêmula, desce e vai ver o estrago. Um amassado aqui, outro ali, nada muito grave, a não ser o pneu estourado. Olha para baixo, olha para cima da estradinha. Ninguém aparece. Noite chegando. Bem que tenta trocar o pneu, mesmo tomando chuva. Força pouca. Traquejo nenhum. Desiste. O desespero toma conta dela, que entra no carro e se entrega ao pranto chorando mágoas passadas. Aí, lá da baixada, aparece o vulto. Um homem a cavalo. Vem chegando e vê que algo estranho acontecera com o carro. Pára. Desce calmamente do cavalo e bate no vidro. A mulher, remoendo medo e esperança, encara o homem. Alto, moreno, barba por fazer, roupa suja, mãos cheias de vincos provocados pelos calos... ela abre apenas uma fresta no vidro.



- Pode abri, moça! Carece tê medo não! A senhora qué ajuda?



A mulher abanou a cabeça dizendo que sim.



- Ondé que fica o pneu?



Ela fez sinal que era lá atrás, no porta-malas, e acionou o botão. O homem pega o pneu, acha chave e macaco e começa a fazer a troca, adivinhando tudo, por não entender nada. Homem acostumado com cavalo e roça não entende muito dessas máquinas não. Foi por isso que o macaco, mal colocado, escapou, sujigando a mão esquerda dele contra uma pedra, fazendo-a sangrar. A mulher teve dó e, pesarosa, abriu a porta.



- Tome aqui um lenço de papel! Limpe o sangue da mão!



- Não, moça! Podexá!



E passou a mão na calça suja, limpando-a do sangue teimoso, dispensando o lenço de papel cor-de-rosa.



- Moça! Pode entrá no carro! Fica aqui não! Tá choveno e tá frio! Lá dentro tá quentinho! Vai pra lá!...



Foi aí que ela observou que o homem estava todo ensopado pela chuva e, conseqüentemente, tremia de frio. Ela entra no carro, abre um pouco mais o vidro e começa a procurar assunto.



- Como é seu nome?



- É Tarcísio, moça!



- O senhor mora onde?



- É bem perto onde moro, meia légua daqui!



A mulher ficou sem saber se era longe ou perto. Observou o tempo, cada vez mais escuro. Noite chegando e a fome também.



- Sou da capital, senhor Tarcísio! Resolvi viajar sozinha. Nunca tinha feito isso. Meu marido deixei lá... nós brigamos...



A mulher parou de falar. Tomada repentinamente pela emoção, os soluços tomaram-lhe as palavras. Vez por outra ela se acalmava, sua dor doía menos e continuava o seu desabafo. Parece que precisava contar para alguém a sua história. Foi assim que Tarcísio ficou sabendo que o marido tinha muito dinheiro e muitas posses. E Tarcísio viu que ele tinha também uma mulher muito bonita. E ficou sabendo que não eram felizes. O marido vivia mais fora de casa do que dentro, envolvido com negócios, com os amigos e com as amantes. E foram as amantes o principal motivo da briga, desta vez. Tarcísio só ouvia, até que terminou de trocar o pneu. A mulher convidou-o para entrar no carro. Queria conversar mais.



- Não, moça, posso não! Tô sujo e intanguido de frio. Tenho que ir embora. A noite já chego e minha mulher me espera!...



- Sua mulher, senhor Tarcísio? O senhor é casado?



- Sim, moça! E muito bem casado, com a graça de Deus! E óia só como é o mundo. Enquanto a senhora foge do seu marido eu vô pra junto da minha mulher... tem duas semanas que a gente tá longe um do outro... tô morrendo de saudades!... Eu tava trabalhando...



- O senhor faz o quê, senhor Tarcísio?



- Trabaio na roça, moça! Planto arroz, milho e feijão. No meio planto abóbora, quiabo, melancia... na beirada planto batata doce, inhame e mandioca... dá pra despesa!...



A mulher entendeu que Tarcísio tinha pressa. Queria ir ver sua amada. Era noite de Natal.



- Por que o senhor não deixa seu cavalo aí e vem comigo? Levo-o onde o senhor quiser!



- Não, moça! Depois do Natal, vorto pra a roça. E é nesse cavalinho que eu vou. Se ele ficá aqui, arrisco perdê o bichim...



- Senhor Tarcísio, quero pagar pelo que o senhor me fez. Quanto lhe devo?



- Quanto deve? Nada não, moça! Não fiz isso por dinheiro!



- Mas, senhor Tarcísio, empatei mais de uma hora da sua vida! Se não fosse o senhor, eu estaria aqui, correndo risco de vida... além do mais, o senhor até machucou a mão! Pode dizer o preço que eu pago!



- Não, moça! A senhora não tem que pagá nada! A gente, quando faz o bem, não deve pedir nada em troca. Só deve querer que o bem continue sendo feito, sem parar! É assim que penso, moça!



A mulher tirou cinco notas de cem reais e ia entregá-las ao Tarcísio. Ele já tinha montado no cavalo.



- Óia, moça! Faz o seguinte: se eu lhe fiz bem e a senhora gostô, passe o bem para a frente! Faça outra pessoa feliz!



E tocou o cavalo, sumindo noite a dentro. Os olhos da mulher voltaram a ficar cheios de lágrimas. Não mais de tristeza. De emoção. Ela descobriu, ali naquele canto de mundo, vinda de um matuto sem estudos, de quem tivera medo no início, a maior lição de vida. Passar o bem para a frente...



- Ah, se todo mundo fizesse assim!...



E ligou o carro. Entrou no asfalto, disposta a achar um lugar onde comer alguma coisa. Rodou pouco e encontrou uma lanchonete de beira de estrada. Entrou e foi para uma mesa, com um monte de olhos de machos presos nela. Mulher tão distinta e tão bonita num lugar desses!... Uma garçonete veio atendê-la. Ela pensou: o que haverá de menos sujo por aqui? Um refrigerante talvez. E para comer? Uma fruta, decerto...



- Quero um guaraná! Que fruta vocês têm?



- Fruta? É...



- Sim, fruta! Já é tarde para comer outra coisa. Prefiro fruta!



- Olha, moça, aqui não tem fruta. Se a senhora esperar um pouquinho, tenho umas bananas. Moro bem ali, no fundo da lanchonete...



- Isto! Isto mesmo que eu quero! Você busca para mim? Bananas com guaraná!...



A garçonete esboçou um sorriso simpático e foi atrás do pedido. Trouxe o guaraná e saiu para buscar as bananas. Aí foi que a mulher viu que a mocinha tinha certa dificuldade para andar. Andava devagar. Observou bem e descobriu o motivo. Gravidez. A garçonete deveria estar lá pelo oitavo mês de gravidez. Usava um vestido simples, coberto por um avental que disfarçava o tamanho da barriga. No rosto, um sorriso meigo e cativante era gentilmente distribuído a todos os que lhe dirigiam a palavra.



A mulher ficou comovida observando a garçonete, cansada e grávida, naquela noite de Natal, atendendo com um sorriso a quantos lhe procuravam. Pensou que dificuldade teria na vida essa pobre moça para ter que se submeter, já no final da gravidez, a um trabalho desses. Perdeu até a fome.



Quando a garçonete voltou, encontrou na mesa, debaixo do copo, ainda com um resto de guaraná, cinco notas de cem reais. E um bilhete, num lenço de papel cor-de-rosa: Obrigada pelo atendimento. Fique com esse dinheiro. É uma ajuda para o seu bebê que está chegando. Seja feliz e faça outras pessoas felizes. Passe a felicidade para frente!



A platéia que, atenta, observava o que acontecia naquela mesa, saiu do suspense quando a moça abriu-se num sorriso largo. E, aos poucos, cada um foi procurando seu canto, sempre recebendo da futura mãe uma boa noite e um feliz Natal.



A garçonete faz mentalmente inúmeros planos do que fazer com aquele dinheiro chegado em tão boa hora, quando mais necessitava, estando o filho por nascer. Enquanto isso, começa a cuidar dos tantos copos e pratos e talheres que ainda tem para recolher e lavar e enxugar... mas para completar seu presente, o patrão também assumira o espírito natalino.



- Deixe o trabalho para amanhã. Vá dormir. Feliz Natal!



O quarto da moça era nos fundos da lanchonete. Ela sai feliz, sorrindo, sentindo-se leve, embora com tanto peso na barriga. Abre a porta devagarzinho, para não fazer barulho. Toma um banho e vai para a cama, pensando no dinheiro e no bilhete que a mulher deixara. Aquela mulher tivera uma inspiração divina para saber o quanto ela e o marido precisavam daquele dinheiro. Com os raios da luz que entra pela janela, olha embevecida para o rosto do marido. Moreno, barba por fazer. A mão esquerda, fora do cobertor, com um ferimento recente.



A garçonete beija-o docemente e diz, num sussurro:



- Tudo vai ficar bem. Obrigada por me fazer feliz, meu amor! Eu te amo, Tarcísio!





Ao usar este artigo, mantenha os links e faça referência ao autor:
Um Conto De Natal publicado 18/12/2006 por Eurico de Andrade em http://www.webartigos.com
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/769/1/Um-Conto-De-Natal/pagina1.html#ixzz17L897cLI

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

A comovente história de Scarlett: lição de vida!


Ela era apenas uma gata de pelos curtos, sem eira nem beira e sem nome, com cinco filhotinhos, tentando sobreviver nas ruas pobres de um bairro de Nova York. Estabeleceu morada numa garagem abandonada e depredada, bastante sujeita a incêndios. Vasculhava a vizinhança procurando restos de comida para poder alimentar-se e cuidar dos filhotes.



Tudo isso iria mudar às 6h06 da manhã de 29 de março de 1.996, quando um incêndio rapidamente engolfou a garagem. A casa dos felinos ficou em chamas. A divisão 175 do corpo de bombeiros foi acionada, e logo o incêndio foi debelado. O bombeiro David Giannelli notou que as queimaduras eram progressivamente mais graves, de um gatinho para outro, alguns tendo esperado mais tempo para ser resgatados, visto que a mãe os carregou um por um para fora do local do incêndio.



O Daily News de Nova York, na sua edição de 7 de abril de 1996, relatou o seguinte a respeito do paradeiro da gata e do seu desvelo: “Quando Giannelli encontrou a gata, ela estava prostrada de dor num terreno baldio ali perto, e aquilo lhe cortou o coração. As pálpebras da gata estavam fechadas de tanto que incharam por causa da fumaça. As almofadas das patas apresentavam queimaduras gravíssimas. A cara, as orelhas e as pernas estavam horrivelmente chamuscadas. Giannelli providenciou uma caixa de papelão onde cuidadosamente colocou a gata e os filhotes. Ela nem conseguia abrir os olhos, disse Giannelli. Mas tocou os gatinhos um por um com a pata, contando-os.”



Quando chegaram à Liga de Animais North Shore, ela estava morre-não-morre. O relato continuou: “Deram-lhe medicamentos para combater o choque. Colocaram um tubo intravenoso cheio de antibiótico na heróica felina e, delicadamente, passaram pomadas antibióticas nas queimaduras. Daí, ela foi colocada numa gaiola com câmara de oxigênio para ajudar a respiração, e todo o pessoal da liga de animais ficou em suspense… Em 48 horas, a heroína já conseguia sentar-se. Seus olhos inchados se abriram e, segundo os veterinários, não tinham sofrido nenhuma lesão”.



Pare e pense. Imagine por um momento essa mãe corajosa, com seu medo inato do fogo, entrando no local enfumaçado e em chamas para resgatar os filhotinhos que miavam desesperadamente. Entrar uma vez para levar os filhotinhos indefesos seria incrível; fazer isso cinco vezes, cada vez com dores mais intensas devido a queimaduras adicionais na cara e nos pés, é inimaginável! A corajosa criatura foi chamada de Scarlett porque as queimaduras revelavam uma pele cor de escarlate (vermelha).



Quando essa comovente história do grande amor de uma mãe por sua prole foi veiculada ao mundo pela Liga de Animais North Shore, o telefone não parava de tocar. Mais de 6.000 pessoas, de lugares tão distantes como o Japão, a Holanda e a África do Sul, telefonaram para perguntar sobre o estado de Scarlett. Umas 1.500 se ofereceram para adotar Scarlett e seus filhotes. Um dos gatinhos mais tarde morreu.



Scarlett comoveu o coração de muita gente no mundo todo. Isso nos faz pensar se o coração de milhões de mães hoje, que eliminam o filho antes de nascer, ou por abusos, logo depois que nasce, não sente nenhum remorso diante do exemplo do amor de Scarlett pelos seus filhotes.



Extraído de Despertai! n.° 18, Vol. 77

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

O verdadeiro significado da palavra ’saudade’


Recebi esse texto e o divido com vocês:

Artigo do Dr. Rogério Brandão, Médico oncologista

Como médico cancerologista, já calejado com longos 29 anos de atuação profissional (…) posso afirmar que cresci e modifiquei-me com os dramas vivenciados pelos meus pacientes. Não conhecemos nossa verdadeira dimensão até que, pegos pela adversidade, descobrimos que somos capazes de ir muito mais além. Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco, onde dei meus primeiros passos como profissional… Comecei a frequentar a enfermaria infantil e apaixonei-me pela oncopediatria. Vivenciei os dramas dos meus pacientes, crianças vítimas inocentes do câncer. Com o nascimento da minha primeira filha, comecei a me acovardar ao ver o sofrimento das crianças. Até o dia em que um anjo passou por mim! Meu anjo veio na forma de uma criança já com 11 anos, calejada por dois longos anos de tratamentos diversos, manipulações, injeções e todos os desconfortos trazidos pelos programas de químicos e radioterapias. Mas nunca vi o pequeno anjo fraquejar. Vi-a chorar muitas vezes; também vi medo em seus olhinhos; porém, isso é humano! Um dia, cheguei ao hospital cedinho e encontrei meu anjo sozinho no quarto. Perguntei pela mãe. A resposta que recebi, ainda hoje, não consigo contar sem vivenciar profunda emoção. — Tio, — disse-me ela — às vezes minha mãe sai do quarto para chorar escondido nos corredores… Quando eu morrer, acho que ela vai ficar com muita saudade. Mas, eu não tenho medo de morrer, tio. Eu não nasci para esta vida! Indaguei: — E o que morte representa para você, minha querida? — Olha tio, quando a gente é pequena, às vezes, vamos dormir na cama do nosso pai e, no outro dia, acordamos em nossa própria cama, não é? (Lembrei das minhas filhas, na época crianças de 6 e 2 anos,

com elas, eu procedia exatamente assim.). — É isso mesmo. — Um dia eu vou dormir e o meu Pai vem me buscar. Vou acordar na casa Dele, na minha vida verdadeira! Fiquei “entupigaitado”, não sabia o que dizer. Chocado com a maturidade com que o sofrimento acelerou, a visão e a espiritualidade daquela criança. — E minha mãe vai ficar com saudades — emendou ela. Emocionado, contendo uma lágrima e um soluço, perguntei: — E o que saudade significa para você, minha querida?

— Saudade é o amor que fica!



Hoje, aos 53 anos de idade, desafio qualquer um a dar uma definição melhor, mais direta e simples para a palavra saudade: é o amor que fica!



Meu anjinho já se foi, há longos anos. Mas, deixou-me uma grande lição que ajudou a melhorar a minha vida, a tentar ser mais

humano e carinhoso com meus doentes, a repensar meus valores. Que bom que existe saudade! O amor que ficou é eterno.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Pureza



Pureza espiritual é um conceito amplo que pode ser definido como uma opção de vida ou de conduta ética, moral, espiritual, social, sexual, gastronômica, humana.

Para o Cristianismo a pureza é referida como uma necessidade para a realização plena de uma vida em comunhão com Deus. Várias são as passagens da Bíblia que recorrem à idéia de pureza, seja do coração, das intenções, dos pensamentos, da vida em sociedade. Herança direta da educação asceta orientada pelos essênios a Cristo, durante os anos de iniciação espiritual do Messias.

•Passagens da Bíblia:

•Em Salmos 24:3-4: Quem subirá ao monte do Senhor, ou quem estará no seu lugar santo? Aquele que é limpo de mãos e puro de coração; que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente.

•Em Tito 1:15: Tudo é puro para os que são puros, mas para os corrompidos e incrédulos nada é puro; antes tanto a sua mente como a sua consciência estão contaminadas.

Na filosofia grega pré-socrática, Parmênides de Eléia, um dos fundadores da Escola eleática, foi o primeiro a enunciar a necessidade de princípios intelectuais puros na condução do pensamento e do poder mental, imprescindíveis para a interação com o Uno ou Imóvel ou O Ser; Sócrates, com a busca por um ascetismo intelectual e pela enunciação do Conhece-te a ti mesmo, conhece a tua Alma. Platão herdou de seu mestre Sócrates o conceito de Verdade e sobre ele elaborou uma filosofia idealista alicerçada na condutra ética da sociedade, a qual, governada por filósofos, seria por ela orientada e com isso o Bem seria atingido em detrimento das Trevas, metaforizada no mito da caverna, segundo o qual a condição humana é de obscuridade. O estoicismo helenístico pregava uma vida asceta ou estóica, caracterizada pela interiorização e relação íntima com os ditames da Natureza ou Divindade, livre de paixões, desejos, ansiedades pessoais. O Budismo aproxima-se desse conceito quando critica o personalismo das ações humanas ou o Ego agente, que estariam na raiz do karma; igualmente o Nirvana é um estado de pureza espiritual, ocasionado pelas práticas ascéticas e pela meditação.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Em silêncio


Que eu saiba sempre caminhar de coração leve, deixando as bagagens pesadas do passado para trás.


Que eu permita a alma serena desabrochar em cada instante como único presente da vida.

Que eu vivencie trazendo a coragem de me encontrar com sinceridade e, sorrindo, recomeçar.

Que eu desperte meus sentidos para a verdadeira realidade indo sempre no encontro da paz e do crescimento.

Que eu aceite as vicissitudes com gratidão entregando-me às oportunidades de aprendizado e com a mesma gratidão reconforte-me nas colheitas felizes.

Que eu reconheça no outro o meu olhar de busca pela alegria e amor e com ele aprenda a compaixão.

Que a cada novo dia, eu lembre-me de agradecer a beleza da perfeição da vida e por dela fazer parte.

Que eu respire sempre a paz e com ela caminhe!





Assim Seja!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Eu ouvi Deus


Levantei chateada já pensando nos inúmeros problemas que eu tinha para resolver naquele dia, um gosto amargo na boca, dores pelo corpo e uma angústia esquisita me invadia a alma e dizia que eu não havia dormido bem. Eu parecia uma barata tonta, não tinha ideia de por onde começar”. Quando sai para a rua, fui surpreendida por um dia maravilhoso, um sol gostoso” iluminava um céu azul quase sem nuvens, e eu tive a impressão de que Deus queria falar comigo. Continuei caminhando e nas árvores da praça perto de casa dezenas de passarinhos cantavam alegres e disputavam alimentos com uma barulheira festiva. E senti que Deus queria falar comigo. Olhei para as flores daquele jardim e me lembrei de Jesus falando aos antigos: “(LC 12:27): “Olhai os lírios no campo, como eles crescem; não trabalham, nem fiam; e digo-vos que nem ainda Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles.”, e mais uma vez senti que Deus queria falar comigo. Angustiada com meus problemas que pareciam ser os mesmos sempre, parecia que eu nunca iria sair daquele círculo de aflições, quando percebi que minhas pernas estavam me levando por todos os lugares que eu queria, mesmo sem eu ordenar nada, que meus braços eram fortes e eu poderia utilizar essa força para o trabalho. E que meu cérebro possuía ainda um raciocínio muito rápido, e mais uma vez percebi que Deus queria falar comigo. Mais à frente, vi um menino de, no máximo, 3 anos, com os bracinhos esticados e nas pontas dos pés pulando para alcançar uma maçã no alto de uma árvore. Mesmo com todo o seu esforço, empenho e alegria percebi que ele nunca iria conseguir alcançar aquela maçã, e nesse momento eu ouvi Deus me falar que nós somos iguais aquela criança. Na maioria dos nossos dias, colocamos nossa felicidade, nossos melhores sonhos em lugares tão altos e desprezamos o belo, as coisas boas que a vida nos oferece. Percebi, então, quanto tempo eu estava perdendo amando quem não me amava, trabalhando onde não me sentia feliz, fazendo coisas somente para agradar quem nunca mereceu, desejando coisas que eu nem sabia se me fariam felizes, buscando um Deus da guerra para vencer meus inimigos, quando Deus é só amor. Então compreendi que a felicidade está onde nós estamos, onde está o nosso coração e nesse dia, finalmente, eu ouvi Deus.

 
Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/blogs/karlinha/page/2/

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Você não é a única!

Engraçado como, muitas vezes, a gente sempre acha que os problemas que vivemos são só nossos, só acontecem conosco… Mas, se prestar atenção ou até mesmo ouvir um pouco mais o colega do lado, um parente, um vizinho, logo verá que todos, sem exceção, têm problemas e, boa parte deles, são iguais aos nossos. Ora é o filho que não quer estudar, ora são as contas difíceis de pagar. Ora é o patrão exigente, a vizinha ranzinza, o marido reclamação, a mulher ‘tagarela’. E por aí vai. Por isso, seja qual for o obstáculo que enfrentar, não faça papel de vítima, não se coloque como a injustiçada ou a coitadinha. Os fardos são dados a todos. O que acontece é que eles podem se tornar mais ou menos pesados de acordo como você os encara e luta para suportá-los. Pense nisso.


Fonte: Blog da Karlinha