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sábado, 16 de junho de 2012

Dores da Alma



As dores da alma não deixam recados,
imprimem uma sentença que perdura pelos anos.




Um amor que acabou mal resolvido...
Um emprego que se perdeu inexplicavelmente...
Um casamento que mal começou e já terminou...
Uma amizade que acabou com traição...
Tudo vai deixando sinais, marcas profundas...


Precisamos trabalhar as dores da alma,
para que sirvam apenas de aprendizado,
extraindo delas a capacidade de nos fortalecermos...
aprendendo que o melhor de nós,
ainda está em nós mesmos...


Que amando-nos incondicionalmente
descobrimos a auto-estima...
Que se deixarmos seguir o caminho
da dor e da lamentação,
iremos buraco abaixo
no caminho da depressão.




As dores da alma não saem no jornal,
não viram capa de revista...
E só quem sente,
pode avaliar o estrago que elas causam.



Como não existe vacina
para amores mal resolvidos,
nem para decepções diárias,
o que vale é a prevenção...
Então...

Ame-se para amar
e ser verdadeiramente amado.

Sorria para que o mundo seja mais gentil!
Dedique-se para que as falhas sejam pequenas...

Não se compare, você é único!


Repare nas pequenas coisas,
mas cuidado com as grandes
que as vezes estão bem diante do nosso nariz
e não enxergamos...

Sonhe, pois o sonho é o combustível da realização.
Tenha amigos e seja o melhor amigo de todos.

Apaixone-se pela vida e por tudo o que é seu!



Sinta o seu cheiro e acredite em seu poder de sedução...
Estimule-se, contagie o mundo com o seu melhor...

Creia em Deus
pois sem Ele não há razão em nada!



E tenha sempre a absoluta certeza de que,
depois da forte tempestade,
o arco-íris vai surgir
e o sol vai brilhar ainda mais forte.




O amanhã com certeza, pertence a Deus

Autor: Paulo Roberto Gaefke

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Você anda desmotivada?




Às vezes nos sentimos sem energia, sem brilho, desanimados. É hora de descobrirmos o que nos desperta para ter, novamente, mais entusiasmo pela vida


Você anda desmotivada?

Você passa por alguns momentos prazerosos, mas, no geral, não sente vontade de nada? Você pode estar desmotivada
Foto: Alex Silva
Assim como a criança, todos somos capazes de nos empolgar tanto com alguma coisa a ponto de esquecer as horas. São momentos em que estamos totalmente presentes, e as coisas fluem perfeitamente. Esse tipo de sentimento, porém, não é tão fácil de encontrar. É comum estarmos desmotivados.
Nesses dias, lutamos com força para levantar e sair de casa. Os segundos demoram a passar. Podemos até ter alguns momentos prazerosos, mas, no geral, não sentimos vontade de nada. É que nos falta o combustível mais importante para seguir em frente: a motivação. Em outras palavras: energia, entusiasmo.
Mas o que é, afinal de contas, a motivação? E onde é que ela se esconde? O termo, em si, é recente, e vem do latim moveres, que significa mover. É o impulso que nos move, que nos leva para frente, para a ação. Antes de qualquer outra coisa, os seres humanos, assim como os animais, têm uma motivação muito básica: sobreviver. Para isso, fazem coisas como comer, beber, descansar, proteger-se de perigos.
Num segundo momento, porém, precisamos de mais do que isso. O que nos move, se já temos comida, abrigo, companhia? Para viver em sociedade, temos que reprimir alguns comportamentos e incentivar outros. Entra aí o sistema que nos serviu por muitos anos: a política das punições e recompensas. Fez algo produtivo? Ganha recompensa - seja ela uma estrelinha no caderno caprichado, no colégio, ou um bônus no final de ano, na empresa. Não atingiu os resultados esperados? Opa, vem a punição: ficar de castigo, repetir de ano, trabalhar no feriado, ser demitido.
Essas motivações são extrínsecas, ou seja, externas a nós mesmos, e ainda são as mais usadas pela maioria das empresas para estimular seus funcionários. O problema é que elas têm um efeito colateral: podem acabar diminuindo a criatividade e o entusiasmo, em vez de aumentá-los.
Nas tarefas mais criativas - que constituem boa parte do que fazemos hoje - é preciso algo mais. É preciso que a motivação venha de dentro de você.
Motivação intrínseca
A motivação interna, ou intrínseca, é aquela que parte de dentro. Aquela atividade que você faria, mesmo que não ganhasse dinheiro para isso. Que acende seu fogo interno, que o alimenta, que lhe dá vontade de viver. O pesquisador Mihaly Csikszentmihalyi chama essas experiências de "autotélicas", dos radicais gregos auto (em si mesmo) e telos (finalidade), ou seja, atividades que são um fim em si mesmas. Nesse tipo de tarefa, o objetivo é a própria caminhada, não a chegada. É o que leva alguém a escalar uma montanha, fazendo esforço e enfrentando frio e ventanias, quando poderia facilmente chegar ao topo a bordo de um helicóptero. Claro que, para ela acontecer, precisamos estar com as motivações básicas em dia: ter salário justo, descanso, estabilidade. Senão, estaremos tão preocupados com os problemas que não teremos motivação nenhuma.
Finalmente, para nos motivar, precisamos ter um propósito. Precisamos sentir que o trabalho que fazemos serve para algo mais do que simplesmente pagar as contas. O professor, por exemplo, pode sentir que seu trabalho faz diferença na vida das crianças que ensina; o administrador de loja, que sua função permitirá que mais pessoas sejam empregadas.

Pratique o desapego, dê espaço ao novo


Descubra como melhorar o dia a dia se livrando de roupas, livros, artesanatos e outros acessórios que perderam a utilidade com o tempo!



Jogar peças velhas fora surte um óbvio resultado prático: conseguimos nos organizar melhor
Foto: Getty Image
É sempre difícil se desfazer de roupas, livros, artesanato e outras peças que a gente guarda com tanto carinho, mas que perderam a utilidade faz tempo. Talvez valha a pena tentar: essa pode ser uma atitude importante para dar espaço a coisas e a emoções diferentes na sua vida, permitindo que novos obejtos possam aparecer. Jogar peças velhas fora ou doá-las também surte um óbvio resultado prático: conseguimos nos organizar melhor. Quando acumulamos menos papéis no escritório, por exemplo, torna-se mais fácil encontrar aquele telefone de que precisamos com urgência. No entanto, às vezes nos satisfazemos em colher apenas esses benefícios práticos e não damos continuidade ao processo de mudança interior. 

Veja algumas dicas que podem te ajudar a se desfazer de coisas acumuladas e que não tem mais serventia:


1. Comece a organizar as coisas acumuladas que não usa mais em caixas ou pastas menores. Com o tempo, o volume será tamanho que você será obrigada a se desfazer dos objetos.
2. Separe tudo que você não utiliza há mais de seis meses e questione-se sobre a real necessidade dessas peças. Se não tiver mais serventia, se desfaça.
3. Se você não quer jogar fora, doe. Talvez aquela roupa ou objeto pessoal que você não gosta mais tenha serventia para outras pessoas.
4. Caso não tenha coragem para se desfazer dos objetos, peça ajuda. Deixe separadas aquelas coisas que você não usa mais e indique um amigo ou familiar para de um fim por você.
5. Não quer dar? Então venda. Procure por brechós ou sites de vendas on-line, além de se desfazer daquela peça antiga que não usa mais, ainda pode faturar um troquinho.



Fique atenta: guardar itens inúteis como restos de caixas de comida, objetos quebrados ou lixo pode ser sintoma de doença. Trata-se do Distúrbio Obsessivo-Compulsivo (DOC), problema que atinge três em cada 100 indivíduos e precisa de tratamento psicológico.

Árvore dá Vida




Vocês sabem o que as árvores representam para nós?

O efeito estufa é um fenômeno natural e imprescindível para a vida na Terra? Os Gases do Efeito Estufa (GEE) são responsáveis pela formação de uma película que esquenta o planeta, em média, 33 graus. É isso que permite a presença de água no estado líquido, tão indispensável para o desenvolvimento da vida. Sem esses gases, a temperatura da Terra cairia para 18 graus negativos e, obviamente, muitas espécies deixariam de existir. O problema que estamos enfrentando hoje é o agravamento do efeito estufa. As altas quantidades de dióxido de carbono CO2) emitidas pelo homem, especialmente por causa do uso de combustíveis fósseis, vêm contribuindo para o aquecimento global.


Esse monte de carbono acumulado na atmosfera vem preocupando estudiosos e ambientalistas. Há riscos de escassez de água e alimentos, propagação de doenças, desaparecimento de várias espécies de animais e plantas e aumento de tempestades, enchentes e erosões - ou seca completa em outras regiões. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) mostram que uma área de 30% a 60% da Floresta Amazônica, se ficar mais quente e seca, pode se transformar em uma savana.


Terras agrícolas em toda a América Latina também podem desaparecer, contribuindo para a falta de alimentos. E o excesso de calor ainda pode derreter as geleiras, aumentar os níveis dos oceanos e, conseqüentemente, deixar cidades inteiras submersas. Enquanto não se populariza o uso de biocombustíveis e energias alternativas, a solução é encontrar maneiras de "capturar" o carbono presente no ar e tirá-lo de circulação. E uma delas é o chamado sequestro de carbono.
O sequestro de carbono é um processo de remoção do gás carbônico da atmosfera. A própria natureza já é, por si só, uma grande agente. Oceanos, florestas e outros organismos que fazem uso da fotossíntese capturam o carbono do ar e lançam oxigênio na atmosfera. As árvores são consideradas boas "sequestradoras", pois precisam de alta quantidade de carbono para se desenvolverem, então se encarregam naturalmente de tirar esse elemento do ar. Não é à toa que o plantio delas e a recuperação de áreas plantadas vêm sendo considerados uma prioridade.



Por mais que as árvores façam sua parte, o trabalho delas ainda não é suficiente. "Elas exercem funções de extrema importância, como a manutenção da umidade e a preservação dos habitats. Porém, para reter o gás carbônico em uma escala que possa estabilizar e diminuir as concentrações atmosféricas, seria necessário cobrir o mundo de verde continuamente", afirma Eduardo Maia, Gerente de Projetos do Centro de Excelência em Pesquisa sobre Armazenamento de Carbono (CEPAC), da PUC-RS. Segundo o pesquisador, as árvores têm um período de vida relativamente curto. Uma vez que completam seu ciclo de crescimento, a retenção de gás carbônico fica equilibrada com sua respiração, emitindo, assim, todo o CO2 que ela armazena durante a fotossíntese.


Aqui no Brasil, a Petrobras tem partido para a injeção de carbono em larga escala na Bacia de Santos, sob o mar, e na Bahia, em terra. A estimativa é de atingir um patamar de até 10 milhões de toneladas anuais de gás carbônico capturados até 2014. Se essa meta for alcançada, este será um dos maiores projetos de sequestro geológico de carbono do mundo.

Se enterrar o gás carbônico pode ser uma solução, reaproveitá-lo também. Segundo Eduardo, o carvão presente em alguns reservatórios subterrâneos retém o CO2 libera gás metano, que pode ser comercializado ou aproveitado como fonte de energia. Já as petrolíferas podem injetar o CO2 em campos maduros e, por meio da pressão, aumentar o potencial de extração - com o gás, o petróleo fica mais fino e mais fácil de ser retirado. "Com isso, é possível retirar cerca de 40% de óleo que está retido no reservatório e que não seria possível retirar por outros meios", afirma o pesquisador.
O custo da implantação dessas formas artificiais de sequestro de carbono ainda é bastante alto. Somente a captura e a compressão do gás carbônico respondem por 80% dos custos. Os outros 20% ficam por conta do transporte e da injeção. Para baratear esse processo, vêm sendo desenvolvidos estudos em todo o mundo, para que a descarbonização geológica passe a ser uma alternativa viável. Ainda há outros problemas: a localização de reservatórios seguros para a estocagem e a falta de estudos de impacto ambiental que concluam se estas são realmente boas alternativas para ajudar a salvar o planeta.

Enquanto isso podemos fazer nossa parte, plante uma árvore na calçada da sua casa por exemplo, ou no seu jardim, no quintal veja algumas dicas

Por se tratar de uma área que fica junto à rua, deve-se observar se há ou não fios elétricos próximos e se as raízes da planta não são agressivas a ponto de estourar o piso da calçada enquanto crescem. Se houver fios, são indicadas árvores de baixo a médio porte, como:
Resedá

Pata de Vaca


Ipê Amarelo
(somente o amarelo) pois os ipês de outras cores tendem a ser mais altos.
Se não houver fios elétricos, a melhor opção são as árvores de maior porte, como o:

Jacandara-Mimoso

Magnólia

Palmeira

Todas essas árvores possuem raízes delicadas e estão de acordo com as normas das prefeituras. É bom ficar atento às árvores muito utilizadas, mas que, em razão das raízes grossas, não deveriam ser plantadas na rua porque danificam a calçada. Por exemplo


Fícus-elástica (conhecida como falsa-seringueira)

Fícus-benjamim

Flamboyant

Chorão

Essa foi minha participação para a Blogagem Coletiva Teia Ambiental
Quer participar dessa Teia e conhecer mais detalhes clique
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Há quem passe por um bosque e só veja lenha para a fogueira.

Leon Tolstói


Todo jardim começa com uma história de amor, antes que qualquer árvore seja plantada ou um lago construído é preciso que eles tenham nascido dentro da alma.
Quem não planta jardim por dentro, não planta jardins por fora e nem passeia por eles.


ÓTIMO FERIADO A TODOS

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Palavras? Para que?



HÁ MOMENTOS NA VIDA DOS QUAIS PALAVRAS SÃO DESNECESSÁRIAS...




















O FANTÁSTICO DA VIDA É ESTAR COM ALGUÉM QUE SAIBA FAZER DE UM PEQUENO ISNTANTE, UM GRANDE MOMENTO...

Um otimo dia a todos!!!